História

Taxistas em greve contra a tributação abusiva

Antigo táxi estacionado em Kampala. Foto: sarahemcc | CC BY 2.0

Em resumo

Para protestar contra o assédio e taxas ilegais exorbitantes praticadas por cobradores de impostos, taxistas e condutores em toda Kampala estacionaram seus veículos e pararam de trabalhar.

Em Kampala, o sistema de transporte depende fortemente do trabalho de taxistas e condutores, tendo em vista que não existe outro meio de transporte além dos matatus (vans) e boda bodas (motos) e alguns ônibus.

Em julho de 2011, taxistas e condutores decidiram parar de trabalhar, estacionando seus veículos para protestar contra o assédio, as multas exorbitantes por carregamentos ilegais e as tarifas exageradas cobradas pela Associação de Taxistas e Condutores. Os taxistas grevistas queriam que o governo abolisse o assédio e o recolhimento abusivo de taxas. Então, fizeram greve, colocando o governo em um [dilema de decisão] (Coloque seu oponente em um dilema de decisão).

Com quase nenhum meio de transporte disponível, pessoas foram forçadas a andar até seus locais de trabalho ou pagar três vezes o preço normal a taxistas que decidiram não aderir à greve. Algumas escolas e empresas fecharam. Devido à falta de transporte, a polícia prendeu taxistas e, ao invés de prover uma solução, as prisões intensificaram o problema. A insatisfação popular era generalizada e eventualmente forçou o governo a remover as taxas opressivas e soltar os taxistas presos.

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